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De olho no Hipotiroidismo

Estudo mostra que 12% das mulheres têm hipotiroidismo
Thaís Corrêa
Recente estudo realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro revelou que aproximadamente
12% das mulheres brasileiras com mais de 35 anos sofrem de hipotiroidismo.
E o mais grave é que, dentre elas, apenas 60% conhecem o diagnóstico ou estão sobre tratamento.
O que é?
O hipotiroidismo é uma doença causada pela deficiência dos hormônios T4 e T3, produzidos pela glândula tiróide. Os principais sintomas são: pele seca, ganho de peso, irregularidades menstruais, fraqueza muscular, queda de cabelo, prisão de ventre, sensação de cansaço e tristeza. Em mulheres grávidas, pode provocar aborto espontâneo ou nascimento prematuro.
Estou doente?
Não se precipite. A forma mais adequada e confiável para se detectar a doença é por meio de um exame de sangue, pois esses sintomas são também comuns nos casos de depressão e menopausa.
Atenção!
Quando não tratado adequadamente, o hipotiroidismo pode afetar o cérebro, o aparelho reprodutor e a estrutura óssea da paciente. Em geral o tratamento é simples: um comprimido ao dia, pelo tempo indicado pelo médico.
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Informações cedidas pelo Dr. Mario Vaisman, coordenador do projeto pela UFRJ, Professor-Adjunto de Endocrinologia da Faculdade de Medicina e Chefe do Serviço de Endocrinologia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho.

Manter o corpo hidratado

É muito importante manter o corpo hidratado, pois a desidratação ocorre quando o organismo não tem água suficiente para realizar as suas funções de forma normal, é uma perda excessiva de água do organismo, acompanhada da perda de sais minerais e orgânicos.
 
Em termos simples, a desidratação ocorre quando se perde mais água do que a que se consome. Até um pequeno desequilíbrio pode causar problemas sérios, uma vez que água é essencial para a vida humana.
Para se manter hidratado, não esquecer:
Beber muita água – deve optar por águas minerais naturais ou águas de nascente, que são globalmente naturais, e sem adição de químicos.
Atenção às bebidas mais diuréticas – o café, chá e bebidas alcoólicas aumentam a perda de água (diurese). O organismo beneficiará com a ingestão de água após a ingestão de cada bebida alcoólica, uma vez que estará a prevenir a desidratação.
Se praticar exercício físico - é essencial hidratar-se antes, durante e após o exercício, de forma a repor o líquido gasto.
Quando as temperaturas estão mais altas – beber água mais regularmente, independentemente de não se sentir sede.
Quando as temperaturas são muito baixas – a inspiração do ar frio resulta no aumento da perda de água, através da evaporação, nos pulmões. Ou seja, há um aumento das nossas necessidades hídricas.
Quando há muita humidade no ar – a nossa evaporação depende da humidade relativa do ar. Quando esta é elevada, o ar está saturado com vapor de água, e a evaporação do suor diminui.
Esta falta de evaporação pode causar um aumento da temperatura corporal, com grandes riscos para a saúde. É fundamental ingerir muita água, de forma a evitar uma subida muito acentuada da temperatura corporal.
Não confundir sede com fome – é algo que acontece frequentemente. Experimentar beber água e verificar se a sensação de fome persiste ou desaparece.
Quando se viaja de avião – a humidade relativa dentro do avião é baixa, geralmente inferior a 20%. Embora exista um risco mínimo para a saúde, esta baixa humidade pode causar desconforto nas mucosas (olhos, boca, nariz), o qual pode ser minimizado pela ingestão de muitos líquidos antes e durante o voo. Por isso é essencial que nos hidratemos mais regularmente quando viajamos de avião.
Uma boa hidratação pode ainda ajudar a minimizar os efeitos do jet lag (alteração dos padrões de sono e de outros biorritmos circadianos (relógio biológico interno do organismo) causada pela passagem por muitos fusos horários num curto espaço de tempo).
Ter em conta alguns sinais que podem ser sinónimo de desidratação – tonturas, dores de cabeça, falta de concentração,... e hidrate-se!
A perda média diária de um adulto pode atingir os 2,5 litros de água (mais de 10 copos de água). Essa perda ocorre pelo suor, respiração e outras funções fisiológicas do nosso corpo. Há também a perda de electrólitos, minerais como o sódio, potássio e cálcio, que mantêm o equilíbrio dos fluidos no corpo.

Verdades e Mitos sobre a Água

Beber água em jejum emagrece?
Mito» A água é essencial para o bom funcionamento do organismo, devido às suas inúmeras funções. Porém, a ingestão de água, por si só, não elimina peso, muito menos se for tomada em jejum. Para que haja o emagrecimento é fundamental modificar hábitos alimentares e ter o balanço energético negativo, ou seja, comer menos calorias e gastar mais.
As bebidas isotónicas podem substituir a água?
Mito» As bebidas isotónicas repõem líquidos e sais minerais perdidos durante e a após a transpiração provocada pelos exercícios prolongados e intensos. Em situações normais, como para “matar a sede” do dia-a-dia, na prática de actividades física leve ou moderada, a água é a melhor opção, uma vez que tem função hidratante, participando na regulação térmica e na homeostasia dos fluidos corporais.
Não ter sede significa que não preciso de beber mais água?
Mito» Especialmente nas pessoas mais velhas, é natural que não se sinta sede. Os adultos devem ingerir cerca de 2 litros de líquidos por dia, devendo a maior parte destes ser água.
A água gaseificada causa celulite?
Mito» Não há estudos que com provem uma associação entre água e celulite. Ao ingerir muita água estará a hidratar o seu organismo e, em simultâneo, a eliminar mais toxinas.
Beber muita água causa inchaço?
Mito» Se eventualmente tiver edema (vulgo inchaço), este poderá dever-se, entre outros factores, a uma má circulação, a alguma condição patológica ou a desregulação hormonal (por exemplo, libertação excessiva da hormona anti-diurética).
O gás presente na água mineral natural engorda?
Mito» O anidrido carbónico é um gás que todos os seres vivos produzem ao respirar. O gás presente na água é isento de valor energético, sendo apenas responsável por conferir à água características organolépticas e estéticas específicas, nomeadamente, um sabor ligeiramente ácido. NÃO ENGORDA!
A ingestão de água mineral natural bicarbonatada pode contribuir para a melhoraria da performance física?
A acompanhar nos próximos tempos» Existem inúmeros estudos que indicam que a ingestão de águas bicarbonatadas e mineralizadas, além de favorecerem uma adequada e mais rápida hidratação, podem facilitar a eliminação de resíduos de nitrogénio e reduzir a acidose metabólica. O bicarbonato presente na água poderia assim ser útil para os desportistas.
A ingestão de águas ricas em determinados minerais pode contribuir para a redução do colesterol?
A acompanhar nos próximos tempos» Há já alguma evidência científica que apoia que o consumo regular e moderado de algumas águas bicarbonatadas, ricas em minerais, pode beneficiar o perfil lipídico. Assim, contribuem para a redução do LDL-colesterol (também conhecido por colesterol “mau”) e para o aumento do HDL-colesterol (o colesterol “bom”).
A ingestão de uma água com um teor apreciável de cálcio pode ajudar a prevenir a osteoporose?
Verdade» A osteoporose caracteriza-se por uma perda de massa óssea, que pode traduzir-se em inúmeras fracturas. É mais frequente nas mulheres (por apresentarem menos massa óssea que os homens), especialmente nas mulheres pós-menopáusicas (devido, essencialmente, à redução dos estrogénios).
Uma alimentação rica em cálcio previne e retarda o aparecimento deste tipo de complicações. Assim, a ingestão de uma água que contenha 103 mg/L de cálcio, quando associada a uma alimentação rica em cálcio pode contribuir para a prevenção da osteoporose.